terça-feira, 11 de agosto de 2015

FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO (TESE0

BRIGADA DE INCÊNDIO EM SEU PLENO APROVEITAMENTO (TESE) VENHO EXPOR MINHA INDIGNAÇÃO A EMPRESA,ESTABELECIMENTOS,CONDOMÍNIOS QUE INSISTEM EM PAGAR EMPRESAS PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO,FORA DE SEUS LIMITES DE AREÁ. HORA VEJAM,PORQUE LEVAR PESSOAS PARA UM CAMPO DE TREINAMENTO PARA EXTINÇÃO DE FOGO EM LATÃO,PASSAR EM CASINHAS DE FUMAÇA,SE SUJAREM AO INDICAR QUE ESSAS PESSOAS(FUNCIONÁRIOS,MORADORES,ETC....),ESTÃO OBTENDO ALGUM BENEFICIO!É EVIDENTE QUE NÃO ESTÃO.A FINALIDADE DA INSTRUÇÃO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO,É PREPARAR O INDIVIDUO A ATUAR COM CONHECIMENTO TÉCNICO BÁSICO,NAS SUAS DEPENDÊNCIAS,SEJA ELA COMERCIAL,RESIDENCIAL,MAS ONDE PASSA SEUS DIAS E CARGAS HORARIAS DE TRABALHO.UMA BRIGADA DE INCÊNDIO NÃO SENDO PROFISSIONAL,OU SEJA,FORMADA EM CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS,COMERCIAIS,NUNCA DEVERIA SER FOCADA EM COMBATER INCÊNDIOS,AH!IRÃO DIZER OS COTURNOS DE PLANTÃO:MAS PEQUENOS FOCOS DE INCÊNDIO!POIS BEM,EM UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL,ONDE TEM FAMÍLIAS,POUCOS FUNCIONÁRIOS DE SERVIÇO;A DONA DE CASA ESTA PREPARANDO ALMOÇO,LAVANDO ROUPA,TROCANDO SEU FILHO PRA ESCOLA,O PORTEIRO ATENDENDO A DEMANDA DE ENTRADA E SAÍDA DE PESSOAS,A FAXINEIRA/FAXINEIRO EM ALGUM ESPAÇO DA AÉREA TRABALHANDO,ENTÃO!HOUVE SE UM BARULHO,SIRENE TOCANDO,ALGUÉM GRITA FOGO,E LOGO SAI O PORTEIRO A PROCURA DO FOCO DE INCÊNDIO,A DONA DE CASA,VAI PARA O HIDRANTE MAIS PRÓXIMO,A TURMA DA LIMPEZA,VAI PROCEDER O DESLIGAMENTO DA ENERGIA ELÉTRICA,E AS CRIANÇAS E IDOSOS ESTES POR SUA VEZ,IRÃO CUIDAR PARA O PLENO EVACUAMENTO DO EDIFÍCIO,E É CLARO CONTAREMOS COM A AJUDA DE TRANSEUNTES,QUE TÃO ALHEIOS AO QUE ESTA ACONTECENDO NO LOCAL,COMO MUITOS MORADORES OU TRABALHADORES,ACIONARAM O CORPO DE BOMBEIROS. ''UTOPIA DA ENGANAÇÃO'',É EVIDENTE QUE ISSO NÃO ACONTECERA,EM SUA MAIORIA NÃO SABERÃO O QUE FAZER,ALGUNS PERGUNTARAM SE O AVISO SONORO É DO LOCAL,SE ALGUÉM QUE GRITOU FOGO É DO EDIFÍCIO,PEGARAM O INTERFONE E CHAMARAM O PORTEIRO,ZELADOR,QUE TALVEZ JÁ TENHA ATÉ ABANDONADO O LOCAL.PERGUNTO?ALGUÉM PROCURARIA UM LATÃO COM ÓLEO DIESEL,PARA APAGAR,OU SAIRIAM TODOS CORRENDO DESGOVERNADOS,UM SOBRE OS OUTROS,NO TAL SALVEM-SE QUEM PUDER?É EVIDENTE QUE Á SITUAÇÕES QUE OBRIGAM TAL PROCEDIMENTO,EX:UMA EMPRESA QUE ARMAZENA COMBUSTÍVEIS(DISTRIBUIDORAS),FAZ SE A NECESSIDADE DO CONTATO,MANUSEIO E PRINCIPALMENTE SENTIR O GRAU DE CALOR QUE EMANA DESSES PRODUTOS,E AINDA ASSIM,DE FORMA CONVENCIONAL,POIS A QUEIMA E PROPORÇÃO É INFINITAMENTE MAIOR QUE EM UM CAMPO DE TREINAMENTO,NÃO ESTOU DIZENDO QUE SÃO DESNECESSÁRIOS,MAS QUE DEVEM SER USADOS PARA DETERMINADAS SIMULAÇÕES DE SINISTRO.PESSOAL A PALESTRA,A MOSTRAGEM DOS EQUIPAMENTOS,AS ROTAS DE FUGA,SAÍDAS DE EMERGÊNCIA,UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DO LOCAL,CONHECER EM ESCALA ACEITÁVEL OS MORADORES,TRABALHADORES DO ANDAR,EMPREGADOS,FAZER INSPEÇÕES PERIÓDICAS NO EDIFÍCIO,CONVERSAR COM AS PESSOAS,ISSO SIM É PREVENÇÃO DE INCÊNDIO,ACIDENTES,ESSA É A VERDADEIRA FUNÇÃO EM PRIMEIRO FOCO DE UMA BRIGADA DE INCÊNDIO,PORQUE O FOCO DE INCÊNDIO A SER EXTINTO DEVE SER AVISTADO DE IMEDIATO,OU SEJA QUANDO ESTA A INFLAMAR O QUE É MUITO DIFÍCIL DE ACONTECER,DEVE SE PREPARA UMA PESSOA,DUAS ,TRÊS PARA TAL FUNÇÃO PARA QUE FAÇA UMA VARREDURA NOS PRINCIPAIS PONTOS ONDE POSSA HAVER O SINISTRO,TAL COMO:CASA DE MAQUINAS,ELEVADORES,BOMBAS,QUADRO DE ENERGIA ,ETC....ESTA NÃO É UMA SIMPLES OPINIÃO,ESSA É UMA TESE QUE DEFENDO ANOS,E QUE APLICO EM MINHAS FORMAÇÕES DE BRIGADA.NA EUROPA,AMÉRICA,ATÉ AS RESIDÊNCIAS SÃO COMPOSTAS DE EXTINTORES DE INCÊNDIO E TODOS SABEM OPERAR E CONHECEM O LIMITE DE OPERAÇÃO,ISSO NÃO É UTOPIA É FATO. EU SOU CARLOS JUSTO,EX BOMBEIRO MILITAR,ESPECIALISTA EM SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PROPRIETÁRIO DA JUST & JUST
10/08/2015 19h10 - Atualizado em 10/08/2015 20h35 Restaurante incendiado em MS não tinha certificado de licença, diz dono Fogo começou na churrasqueira e se alastrou pela estrutura de madeira. Estabelecimento na capital foi lacrado e interditado e teve perda total. 10/08/2015 19h10 - Atualizado em 10/08/2015 20h35 Restaurante incendiado em MS não tinha certificado de licença, diz dono Fogo começou na churrasqueira e se alastrou pela estrutura de madeira. Estabelecimento na capital foi lacrado e interditado e teve perda total. Restaurante ‘O Laçador’, em Campo Grande, onde um incêndio provocou perda total do estabelecimento na manhã desta segunda-feira (10) não tinha o certificado de licença, que é obrigatória desde aprovação de lei estadual em 2013. “Nós tínhamos o alvará da prefeitura, mas do Corpo de Bombeiros não tínhamos. Começou agora a fiscalização, desde o incêndio daquela boate”, afirmou o proprietário Djair Carvalho. O local foi interditado e lacrado. Segundo o agente da Defesa Civil, Lúcio Rodrigues, afirmou que pediu ao proprietário do estabelecimento para providenciar um tapume para evitar a entrada de pessoas não autorizadas. “Pedimos ao proprietário que providencie um tapume para fechar o local e evitar a entrada de pessoas não autorizadas porque há risco de desabamento”, explicou o agente. Rodrigues disse ainda que ao chegar no local horas após o incêndio teve de acionar o Corpo de Bombeiros novamente. “Ainda tinham dois focos de chamas abertas. A propagação poderia provocar nos incêndios”, pontuou.

sábado, 8 de agosto de 2015

PERIGO EMINENTE

Contra incêndio Para refletir “Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.” Thomas Edison ACONTECE* Você sabia que, de acordo com dados da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), a maioria dos incêndios em unidades residenciais tem origem na rede elétrica? Em condomínios antigos, o perigo pode ser ainda maior, uma vez que a necessidade de energia cresceu, mas a oferta, não. Saiba o que evitar para que a sua unidade continue segura – e livre de incêndios! Não coloque muitos aparelhos em uma mesma tomada Não combine benjamins e réguas – ou um ou outro – na mesma tomada Fique atento caso sinta cheiro de fumaça ou de queimado, luzes piscando ou disjuntor que cai a todo o momento. Isso pode ser um sinal de que a rede elétrica deve ser revista Caso alguma das situações acima aconteça em sua unidade, o ideal é chamar um engenheiro elétrico para estudar a situação, e manter toda a sua família, e seu condomínio - seguro!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

ANP(AGENCIA NACIONAL DE PETRÓLEO

Em BH, ao menos 22 postos de gasolina funcionam sem licenciamento ambiental ou AVCB Documentos passarão a ser cobrados a partir de outubro. Segundo o Minaspetro, o maior problema é a morosidade das secretarias de Meio Ambiente das prefeituras e do estado, além do Corpo de Bombeiros, responsáveis pela documentação em questão A partir de 19 de outubro, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai começar a cobrar dos postos de gasolina em todo o país a licença de operação emitida pelo órgão ambiental responsável e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Em Minas Gerais, segundo estimativa de 2014 da Fecombustíveis, 15% dos 4.420 estabelecimentos mineiros não possuíam o AVCB e 5% estavam sem licença ambiental, postos que podem ser fechados com o início da nova regulamentação. Na capital, a Prefeitura de BH informa que essa licença e o AVCB já são pré-requisito para liberação do alvará de funcionamento, mas, mesmo assim, 22 postos estão funcionando sem o documento ambiental. Segundo o Minaspetro, sindicato dos donos de postos, o maior problema é a morosidade das secretarias de Meio Ambiente das prefeituras e do estado, além do Corpo de Bombeiros, responsáveis pela documentação em questão. No ano passado, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte identificou 199 áreas de contaminação na cidade, segundo inventário disponível no site da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), sendo que a maioria esmagadora (197) foi causada por postos de combustíveis. Nas demais áreas do estado, excluindo a capital mineira, foram identificadas 378 locais contaminados, sendo que os postos também representam o maior número, com 249 casos. A nova regulamentação da ANP foi instituída em 2013, mas, por pedido dos revendedores, o início da cobrança desses documentos pelo órgão federal começa em 19 de outubro. “A culpa de um posto não ter o AVCB, por exemplo, não é dele, mas sim do Corpo de Bombeiros, que não tem equipe e nem agilidade suficientes para dar conta da demanda pelo serviço. No caso das licenças ambientais, cuja a responsabilidade é do estado e das prefeituras, a situação é muito pior. Temos caso de processos tramitando há sete anos”, reclama o presidente do Minaspetro, Carlos Guimarães. Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de BH, atualmente a capital conta com 251 postos com a licença de operação e aptos a funcionar, outros 11 com uma licença de implantação, que permite a fase construtiva, 20 em análise e 22 funcionando sem licença, que já foram repassados à fiscalização para a pasta incluir em seu cronograma. Um deles está no Bairro Santa Tereza, mas, segundo o dono, Heyckel Alves de Souza, as atividades foram paralisadas no último sábado. “Minha licença venceu em 2014 e a demora na renovação foi um dos problemas que me atrapalhou. O principal é a dificuldade que estou enfrentando com a crise econômica”, afirma. VISTORIAS A reportagem também encontrou outro estabelecimento sem licença informado pela Secretaria de Meio Ambiente funcionando na Avenida Prudente de Morais, no Bairro Santo Antônio, mas o dono não quis se manifestar. Em todo o estado, excluindo os estabelecimentos de BH, são 125 postos com licenças de operação vigentes e outros 3.766 com Autorização Ambiental Funcionamento (AAF) regularizadas. Segundo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), esse tipo de autorização é usada na maioria dos postos e é bem mais ágil. A pasta informa que os outros 125 casos são realmente mais demorados porque o potencial poluidor é maior e demanda uma análise mais apurada. O estado conta com 137 empreendimentos em processo de regularização. Já a Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz que o licenciamento ambiental destes empreendimentos é de “suma importância” para minimizar os “riscos de contaminação do solo e da água por meio do controle efetivo da qualidade dos equipamentos e instalações”. Segundo o Corpo de Bombeiros, o prazo legal para analisar o AVCB é de 30 dias e outros 10 dias para fazer a vistoria final. “Todas as unidades do estado têm cumprido rigorosamente tais prazos”, diz a corporação.

http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2015/lei.complementar-1257-06.01.2015.html

http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2015/lei.complementar-1257-06.01.2015.html

ENGASGO Manobra Heimlich